O açude público localizado nos municípios de Cansanção e Itiúba, conhecido por “Açude jacurici” pode ser considerado “objeto de desprezo ” por parte do poder público municipal de Cansanção e Itiúba, a quem cabe buscar uma solução para o manancial que constitui uma reserva ecológica e colocar guardas para da segurança ao açude e que no passado e no presente “matou e mata” a sede e fome de muitas famílias que não contavam com outras fontes de renda e abastecimento de água potável.
Antes da construção do Açude do DNOCS, nos anos de l948 e da construção da Adutora de Camandaroba, há mais de sete décadas, a população se valia do Açude jacurici que, quando secava suas reservas, as pessoas tinham como única última alternativa as cacimbas que eram feitas com muita dificuldade no porão do manancial praticamente seco.
Passado mais de meio século, as Prefeituras de Cansanção e Itiúba não implementou nenhum projeto visando preservar -em condições de segurança ecológicamente corretas, aquela reserva que e tão últil e que hoje constitui um sério problema para o meio ambiente, tendo em vista que o açude continua sendo um “depósito de piscopatas” dizendo que e pescadores ladrões de rede por falta de segurança para os pescadores.
O Açude Jacurici, que hoje é um “Cartão Postal” (invertido) merece integrar (quem sabe ?) um futuro projeto paisagístico para nossos Povoados tão bela, com sua imagem física e uralista tão interessante, dada sua localização, nos centro histórico dos municípios.
Por oportuno, lembramos (e republicamos) o protesto do blogueiro queimadence Ailton Santhos
“Nas zonas rurais de Cansanção e Itiúba
Há lamentos de um velho açude.
Abandonado, ameaçado de extinção
Quem tantas vezes matou
A sede e fome de um povo geme e nos gemidos,
Gritos de dor.
O homem do progresso tem os ouvidos fechados,
Pouco entende o valor da preservação. E o Açude Jacurici pergunta:
Onde estão os banhistas?
Onde estão os pescadores?
Onde estão os que saciaram a sede e mataram a
fome com os peixes das minhas águas?
Jacuricí segue silencioso…
O mesmo Açude que cala diante de injustiças
Também não levanta a voz contra a poluição.
Julho/2026.”


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